Desfiz o que era um post inteiro com vários tópicos relacionados e os decompus em pequenos posts separados. Esse hábito de escrever de vez em nunca, sempre em muitas linhas, já tá me dando nos nervos. Eu me irrito demais comigo mesma, é uma droga.
Série de listinhas, sem o menor propósito.
x. Medos:
- Gente vestida de bicho; Mickey, Barney, Lilica Ripilica, etc. Tenho pavor.
- Pontes, tanto de pedestres como de veículos. Estou superando, mas já me fez passar vexame.
- Elevadores. Acho muito bacana, o mecanismo todo e os barulhinhos na hora de subir, mas... não, não dá, são 20 segundos de puro pânico.
- Bichos peçonhentos. Nada contra sapinhos indefesos, minhoquinhas pegajosas, camundongos sujinhos, baratas cascudas, nada mesmo. Mas aranhas, cobras, escorpiões, morcegos, qualquer ser potencialmente venenoso [inclusive humanos], esses sim me matam de medo.
- Sentir dor física. Marteladas psicológicas e feridas emocionais eu agüento numa boa; só não me faça encarar uma hora na esteticista [meninas sabem do que eu tô falando, ai!].
- Quebrar coisas na casa dos outros. Isso me assombra, de verdade. Cuidado redobrado nas visitas aos parentes e amigos.
- Cenas inesperadas em filmes. Uma porta fechando num suspense, ou uma torta de creme sendo arremessada numa comédia, não importa. Se aconteceu de repente, me assusta.
- Roupas largadas em cantos estranhos. E estendidas no varal, também. Olho rápido e penso que vai sair qualquer coisa ali do meio, sei lá.
x. Manias:
- Ao abrir o refrigerante, existe um ritual: virar pra dentro o anel de lata, colocar o canudo passando pelo meio do anel e da abertura da lata. Eu perco o controle quando ameaçam tirar o anel de lata perto de mim, me irrita, é inexplicável.
- Rabiscar. Sempre, o tempo todo, por qualquer motivo, sem motivo. Papéis são telas em potencial, eu preciso usá-las, nem que seja pra desenhar estrelinhas e setinhas idiotas.
- Abrir a geladeira. Tô passando pela cozinha, abro a geladeira, fecho, continuo andando.
- Comer doce. Pensar em doce, querer doce, procurar doce pela casa, fazer balinhas de açúcar quando não tem. É deprimente.
- Contar algo engraçado que ouvi para o maior número de pessoas possível. E morrer de rir em todas as vezes, mesmo que não tenha mais graça.
- Destruir coisinhas. Clipes de papel, grampos do grampeador, tampas de caneta, o que estiver por perto. Esconda os seus, por favor.
- Estragar minhas unhas. Não há manicure que corrija minhas cutículas comidas, peles soltas e beiradas tortas mal cortadas.
- Tomar café. Se estou com fome, tomo café. Sede, tomo café. Sono, café. Nervosa, preocupada, agitada, ansiosa, triste, empolgada: café. Não importa que tipo de consequência isso pode trazer pra minha saúde, é café, cara!
E ainda não acabou.
domingo, 17 de maio de 2009
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2 comentários:
"Comer doce. Pensar em doce, querer doce, procurar doce pela casa, fazer balinhas de açúcar quando não tem. É deprimente."
haushaushaushaus...cara eu quase caí da cadeira de tanto rir...XD
qr uma dica q funciona comigo:
Came maça!!!
hehehehe!!
que bom que gostou, Fefê!!
ahn, maçã não é exatamente... um doce, né!
obrigada por comentar!!
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