É isso aí. Eu poderia ter feito muito mais, mas não fiz.
De tudo, em tudo, pra tudo. Ou nem tanto, simplesmente um pouco mais [soa contraditório pra você também?], mas não fiz.
Claro que ainda dá tempo de fazer... não dá? Mas é diferente agora. Não que não seja válido, não que vá perder a utilidade, não que se torne sem sentido. Só que não vai ser a mesma coisa, porque poderia ter sido antes. E isso, o tempo, faz toda a diferença.
Fazer toda a diferença... Já deixei de fazer tanta coisa, que o meu 'todo' agora é só 'parte'. Pra sempre. Meu todo sempre vai ser só uma parte dele mesmo, minúscula, graças à minha incapacidade adquirida no momento que eu deixei de fazer alguma coisa.
O tempo perdido não se recupera; as coisas que eu não fiz vão ficar não-feitas; se eu começar hoje já estarei atrasada: poderia ter feito mais se tivesse começado ontem.
E daí, isso importa? Afinal, se eu não fiz nada mesmo, que diferença faz? Nem pra menos, nem pra mais. Simplesmente não faz.
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[1: detesto rima acidental, como a que aconteceu no fim do texto.]
[2: esse blog não tem a menor intenção de ser filosófico, pensador, metafísico, cult, eloqüente, cool, vanguardista, desafiador, esclarecedor, polêmico, gerador de debates, criador de idéias, divisor de opiniões. Aliás, esse blog não tem intenção nenhuma. Logo, esse texto foi só um surto repentino de idéias que fluíram para a primeira página em branco que encontram, essa aqui.]
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
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Um comentário:
as coisas que deixamos de fazer pela falta ou mudança de pensamento é variavel com a situação que estamos se fariamos desse jeito ou daquele, as vezes nos arrependemos de não ter feito isso de um jeito, e depois de um tempo pode-se mudar o que teriamos feito se comparar a mentalidade ,talvez, ate de um tempo proximo como o ontem e o o hoje.
gostei do texto.
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